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segunda-feira, março 04, 2013
O AO90 é um monstro

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quinta-feira, maio 24, 2012
Miguel Sousa Tavares - Ninguém entente o acordo ortográfico




Este acordo ortográfico foi uma emboscada.
(Canal de Bottelho)

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quinta-feira, março 08, 2012
AO – Um desvario, uma irresponsabilidade vergonhosa.

A opção
por VASCO GRAÇA MOURA


Nunca me tinha passado pela cabeça que se justificasse a realização de um referendo sobre o Acordo Ortográfico. Bastariam, pensava eu, o simples jogo dos princípios do Direito num Estado que se reclama dele, a mera verificação da ocorrência ou não de determinados pressupostos, a reconhecida competência ou mesmo a simples informação da maioria dos especialistas e dos utilizadores qualificados da língua, enfim, o sentimento expressivamente maioritário da opinião pública, para travar a calamidade.
No entanto, não está a ser assim: quem ataca o AO, recorre a argumentos jurídicos e técnicos que ainda não foram refutados. Quem defende o AO sem conseguir desenvolver uma contra-argumentação nesse plano faz tábua rasa dos princípios elementares do Estado de Direito, colocando-se numa posição autoritária de que o dito está em vigor "porque sim" e tem de se aplicar "porque sim"

Acordo Ortográfico: Eventuais alterações serão sempre decididas pela comissão científica
O secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, esclareceu esta quarta-feira que eventuais alterações ao novo Acordo Ortográfico serão sempre decididas pela comissão científica multilateral que está a elaborar o Vocabulário Ortográfico Comum.

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sexta-feira, fevereiro 03, 2012
Obviamente! O Meu apoio pessoal é incondicional.




Vasco Graça Moura avisou Viegas de que não cumpre Acordo Ortográfico

O presidente do conselho de administração do Centro Cultural de Belém (CCB), Vasco Graça Moura, disse esta sexta-feira ao CM que informou antecipadamente o secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, de que não iria aplicar o Acordo Ortográfico na entidade para a qual foi nomeado em Janeiro.



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sábado, dezembro 10, 2011
Uma nódoa e uma tristeza este acordo ortográfico.

A glória e a vergonha

por VASCO GRAÇA MOURA 07 Dezembro 2011

Passei o dia 1 de Dezembro a percorrer o monumental Dicionário de Luís de Camões, concebido, planificado e levado a bom termo por Vítor Aguiar e Silva, e acabado de publicar pela Caminho. Aconteceu. Não houve qualquer intuito de ordem simbólica na data em que peguei no livro, neste país que esqueceu a sua história e vem assassinando alegremente a sua língua, mas protesta por lhe quererem tirar alguns feriados.
Tive uma modestíssima colaboração nesta obra, o que não me impede de destacar a enorme importância da edição para uma espécie em vias de extinção a que soía chamar-se "cultura portuguesa".
Vítor Aguiar e Silva é, sem dúvida, o maior especialista vivo da obra de Camões, estatuto a que reúne um saber praticamente ilimitado nas áreas da teoria da literatura, da estética, da filosofia, da crítica, da história literária, da história das ideias e do pensamento humanista, bem como um conhecimento ímpar da bibliografia pertinente, impressa e manuscrita. A sua actividade de camonista inscreve-se numa tradição de rigor científico que vem de Carolina Michaëlis e de Costa Pimpão, e que ele soube modernizar com as posições epistemológicas e metodológicas inovadoras do seu magistério exemplar.
Obs:  Leia com atenção este artigo de Vasco Graça Moura. Julgue por si, veja o que está em causa.
Com a devida vénia ao Diário de Noticias , leia o resto do artigo.

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