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quarta-feira, novembro 05, 2014
Temos é falta de verdadeiros licenciados...


A miopia de Merkel

por Henrique Monteiro

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segunda-feira, setembro 17, 2012
"Os Anos Devastadores do Eduquês"


Guilherme Valente
Um grande editor, um grande senhor.
Vale a pena ver com muita atenção esta entrevista de Mário Crespo.
SIC Jornal das 9
14.09.2012


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segunda-feira, novembro 24, 2008
Por uma escola pública democrática.


Atravessamos uma hora confusa e não menos perturbadora no nosso sistema de ensino em Portugal.
Nunca é demais parar para reflectir com a ajuda de quem tem realmente a sensibilidade necessária para o problema, sem jogos partidários obscuros ou menos claros.

Contributos mais recentes a assinalar:

Ensaio de Fernando Adão da Fonseca
Presidente do Fórum para a Liberdade de Educação

  • Por exemplo por António Barreto In: Público» de 23 de Novembro de 2008

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terça-feira, novembro 18, 2008
No Alvo [20]

O Desalento

Desculpem mas não posso deixar de ampliar este lamento, este grito de revolta, esta angústia calada deste professor. Luís Teixeira (in Abrupto)

Este post tocou-me. Tenho um familiar professor por isso sei que é a mais pura verdade o que está contido nele. É a mais pura verdade.

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quarta-feira, novembro 12, 2008
Respeito & Educação em Portugal



Se querem respeito devem dar o exemplo.

Quando a falta de respeito pelas pessoas, pelos profissionais sejam eles quais forem deixam de existir, estamos a um passo do caos.

O abastardamento da escola pública e todas as experiências demagógicas que se fizeram nestes últimos 34 anos estão a revelar as suas consequenciais que são de sobremaneira nefastas em todos os planos.

Parece-me que este governo com a sua politica cega e de tiques ditatoriais, e com as politicas desastrosas de Maria de Lurdes e do famigerado Walter Lemos, (corrido da C.M. de Penamacor, por excesso de faltas) estão a colocar o ultimo prego neste sistema de ensino inútil e ingovernável.

O que aconteceu ontem apesar de lamentável não deixa de ser a consequência mais directa que a ministra provou das suas práticas pedagógicas.

A desautorização constante aos professores, a desculpabilização permanente da falta de educação dos alunos, (muitos deles estariam melhor em casas de correcção) o apoio incondicional aos encarregados de educação (grande parte deles uma escória, analfabetos, piores que os filhos) onde bater nos professores ou auxiliares da escola é desculpabilizada constantemente.

Caminhamos a passos largos para o desastre. Esta geração de políticos incompetentes (muitos deles com passagem administrativa no pós-25 Abril) é o exemplo mais evidente da loucura dos últimos anos.

Adenda:

O pesadelo burocrático e a desobediência à lei (in Público)

Este modelo de avaliação é uma burla!

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quinta-feira, outubro 30, 2008
O eduquês em marcha



Num futuro muito próximo deixa de haver reprovações em qualquer escalão escolar…
Só não percebo é porque há-de haver avaliação das escolas e dos seus professores!
O que está claro é que está em marcha uma “reforma” escolar que é a maior fraude de sempre desta república.
Tudo isto vai-nos sair muito muito caro.

Adenda: Não é por falta de estudos sobre a matéria e de opiniões, o alerta já foi dado há muito.
Vale a pena reler:

Um desabafo de uma jovem docente utópica: in Público
30.10.2008 - 09h53 - Cristina, Viseu
Eu sou Docente, por opção e amor ao ensino. Trabalhei os primeiros 5 anos da minha vida em empresa, a ganhar muito mais e troquei tudo pela utopia de "ensinar". Ora, 4 anos mais tarde, tenho medo. Sou uma jovem de 30 anos. Vivi até aos meus 14 anos em França, numa boa escola, onde me ensinaram rigor e disciplina. Cheguei cá para fazer o 9º ano, deram-me equivalências directas e não tive de recuar nenhum ano. Falava obviamnete mal português quando cheguei e nesse final do ano lectivo: tive o prémio de melhor aluna da escola, até a português!!!!Durante os anos em que vivi em França, estive na escola pública dos 2 aos 14 anos. Tinha testes todas as semanas, trabalhos de casa todos os dias, que a minha mãe com muito custo, me ajudava a fazer até tarde. Desde a 1ª classe, via os meus amigos reprovarem porque não tinham um nível satisfatório a mais do que uma disciplina, ou pelo menos a Matemática OU Francês. Cheguei a Portugal e fiquei paralizada perante tal facilitismo: quase ninguém chumbava, ninguém estudava, ninguém exigia!12 anos depois, sou Docente e choro por ver que o Governo não me deixa preparar os homens de amanhã!Portugal, Portugal, de que é que tu estás a espera???

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segunda-feira, setembro 29, 2008
Machado de Assis


Machado de Assis
21 de Junho 1839 - 29 Setembro 1908
Hoje é o centenário da morte do grande mestre da Língua Portuguesa.
Para tal a
Fundação Calouste Gulbenkian promove um colóquio sobre o grande escritor.

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terça-feira, março 11, 2008
Arrogância e Autismo

Após a manifestação maciça dos professores, passados quase 24 horas...!

Os números não me dizem nada… o que interessa é a força da razão!

Cito de memória o primeiro-ministro que nervosamente disparou esta frase lapidar,
que revela um autoritarismo serôdio, mesmo desprestigiante para o cargo que ocupa, manifestamente sem qualquer preparação intelectual para o exercer.

Estas “reformas” da educação, 90% são meros exercícios de propaganda governativa, quem as faz não está de maneira algum preparado para tal. Estas reformas são uma falcatrua.
A opinião pública está completamente divorciada dos reais problemas da educação no nosso pais. A formação, a educação não pode ser tratada como de uma unidade fabril se tratasse, ou de uma repartição de finanças.


Recomenda – se as seguintes leituras:



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domingo, março 09, 2008
Arrogância e Autismo

Só não vê quem não quer!
Ou está mal informado ou está realmente de má fé.
Este governo é incompetente e já se enreda nas suas próprias palavras (como o caso do ministro das policias).
A táctica do governo é a fuga para a frente.
A manifestação de ontem não deixa margem para dúvidas, a politica da ministra é autista e inconsequente.
Apesar da manifestação maciça dos professores, a ministra respondeu com a arrogância habitual, porquê? Porque ela e o governo não têm mais nada para oferecer, eles são realmente incompetentes, e escondem-se por de trás da capa das ditas “reformas”.
Com tudo isto não há alternativa, os professores tem que endurecer a sua posição.
Têm que ir para a greve!
O ministério da educação não quer saber de educação alguma – quer sim estatísticas com resultados falseados com percentagens mais agradáveis no ranking das escolas públicas.

O investimento no nosso ensino é outro mistério mal contado.
Vale a pena ler estes “posts” do Blogue Nós-sela - por uma docente universitária.

(Avaliem o desgosto e a revolta que lhes vai na alma destes docentes)

Não é assim que se vai evoluir para um patamar realmente europeu ao nível do conhecimento.

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terça-feira, outubro 30, 2007
Alguns equívocos da Escola Pública em Portugal

O ensino público em Portugal hoje é uma fraude.
Fraude esta que continua a ser alimentada pelo actual governo e por este ministério da educação.
A escola pública pós-25 de Abril é uma sucessão de equívocos e também o espelho do fracasso das teorias de esquerda aplicadas à educação.

Muito sucintamente um dos equívocos maiores foi logo após o 25 de Abril terem abolido a distinção entre escolas técnicas e liceus.

Outra grande medida “revolucionária” foi terem abolido a classificação de 0 a 20, passando a dita para 0 a 5.

Esta ideia “iluminada” faz com que os estudantes com conhecimentos tão parcos e fracos quando não mesmo muito díspares caírem na faixa dos 3. Esta zona dos três valores desta escala é uma zona cinzenta que serve para enganar tudo e todos.

Outra das grandes medidas “democráticas” foi a invenção da participação dos pais na gestão da escola.
Só quem não passou por esta enormidade é que não avalia honestamente o problema. Noventa por cento (90%) dos pais que aparecem nessas reuniões são analfabetos ou semi-analfabetos. A única preocupação que os ditos pais têm é que os filhos tenham a “nota”, – como não interessa. Se não têm a “nota” a culpa é do professor e da escola. Deles não é. O resto é conversa.

Outra grande medida foi a “pedagogia” desculpabilizante aplicada aos meninos. Têm sempre razão mesmo os correcios que existem em grande numero nas escolas.
Uma escola pública não é um reformatório. È um local de trabalho e aprendizagem.
È um local de formação.

Alunos com disfunções sociais devem ir para escolas próprias, assistidos por técnicos especializados.

Para avaliarmos bem a hipocrisia dos defensores do actual ensino público criado à imagem deles verificamos que a esmagadora maioria dos seus filhos andam em colégios privados.

É um paradoxo não é?

Colégios estes que estão obviamente fora das experiências caóticas e inconsequentes do ensino preconizadas por estes “técnicos” que na realidade não passam de parasitas do actual sistema.

Sobre o ensino público há muito a dizer – mas por este caminho não vamos a lado nenhum, caminhamos sim é para uma grande divisão de classes como nunca houve em Portugal desde o início da república.

Há os do ensino público (o povo a plebe) e os do ensino privado (as elites) filhos dos grandes pensadores e reformadores da nossa sociedade destes últimos trinta anos.

O país precisa dos dois sistemas de ensino. Público e privado.
Sou pelo reforço do ensino público, sou pelo rigor das matérias escolares, sou pela disciplina dentro das escolas. Sou pela dignificação dos professores. Sou pela concorrência dos dois sistemas de ensino.

P.S.
Obviamente as declarações de Francisco Louçã sobre o ensino privado (últimas) nem merecem qualquer reflexão só do nojo que exalam.

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sábado, julho 21, 2007
No Alvo [6]


Ronda pela Blogosfera


Aqui está aqui um exemplo de uma pessoa que passei admirar.
Com os seus 82 anos e com um passado admirável não vira as costas ao mundo de hoje.
Há aqui manifesto choque de gerações que a meu ver é muito útil para uma analíse.
Uma das coisas que retenho deste verdadeiro exemplo é a solidez dos conhecimentos daquela geração, a coragem e a integridade.
Obrigado Patrícia Lança , o seu post foi uma lição.

Nota:
Vale a pena ler alguns comentários para melhor avaliar a cultura ou a falta dela que grassa na educação cívica e cultural de hoje.

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domingo, fevereiro 04, 2007
Industria/Educação/Produção


Perguntava no meu post anterior sobre tecnologia o porquê da falta de iniciativa nacional na construção de determinados engenhos para a segurança do nosso país.
Nomeadamente na construção de aparelhos que sejam realmente úteis, para a segurança ou para outras áreas da nossa vida.
Penso no exemplo de Israel, da Filândia, países estes sem recursos naturais como o nosso, como conseguiram eles evoluirem?
Há diversos factores decerto para explicar a falta de inovação dos portugueses.
Vasco Pulido Valente na sua crónica de sábado coloca o dedo na ferida. Leia para perceber.

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sexta-feira, janeiro 05, 2007
Mathematics

Credit: User:AugPi
The Morin surface is a half-way model of a particular sphere eversion (turning a sphere inside out in 3-space, allowing self-intersection but no creasing). It is named after its discoverer, Bernard Morin.
Ler mais:

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terça-feira, julho 04, 2006
Apontamentos


Estas notícias deviam chocar - até pela ignorância que revelam os meios de comunicação e o púclico em geral sobre a matéria.
Se as pessoas que escrevem sobre a educação as escolas e os seus docentes, passassem
um trimestre nas escolas públicas algum tempo, talvez avaliassem melhor o que é a escola hoje.
Enquanto não se resolver a questão da disciplina escolar, nunca se vai resolver nada de concreto no ensino secundário. Tudo o resto é barulho de fundo para confundir as pessoas.

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