O Lisboeta Observador
Um olhar sobre a cidade de Lisboa e o mundo...
Most of Istanbul ’s
Asian suburbs (image right) appear in this night view from the International
Space Station, but only about half the area of the city on the European side is
visible. The margins of the metropolitan area are clearly visible at night,
more so than in daylight images in daylight images.
O Palácio Dolmabahçe construído em século XIX é um dos palácios, mais glamourosos do mundo. Foi o
centro administrativo do extinto Império Otomano.
O sultão Abdulmecid I ordenou a sua construção, tendo
sido edificado entre os anos de 1843 e
1856.
Hacı Said Ağa foi
responsável pelas obras de construção, enquanto que o projecto foi realizado
pelos arquitectos Garabet Balyan, seu filho Nigoğayos Balyan e Kalfa Evanis
(membros da família Balyan de arquitectos otomanos.)
A construção custou
cinco milhões de moedas de ouro Mecidiye otomanos, o equivalente a 35 toneladas
de ouro.
Catorze dessas
toneladas de ouro foram utilizadas para dourar partes dos 45.000 metros
quadrados do Palácio.
O projecto contém
elementos ecléticos do estilo barroco, rococó e neoclássico, misturados com a
tradicional arquitectura otomana onde criou uma nova síntese muito peculiar.
Após a fundação da
República Turca, Mustafa Kemal Ataturk transferiu todas as funções do governo
para a jovem capital, Ankara, mas quando das suas visitas a Istambul ocupa
apenas uma pequena sala no Dolmabahce Palace.
Ali recebe os
convidados estrangeiros e faz do palácio um centro nacional, para congressos e
conferências internacionais.
O Palácio
Dolmabahce está carregado de um grande significado para os turcos.
Desde o momento, a
quando Mustafa Kemal Ataturk usou o palácio como residência e passou o período
mais grave de sua doença, onde faleceu no dia 10 de Novembro de 1938, ás 9:05,
todos os relógios do palácio estão parados desde esse momento.
Mais tarde, foi
transformado em um museu de visita imprescindível numa visita a Istambul.
Etiquetas: História, Istambul, Palácio Dolmabahçe, Turquia, Viagens
A Igreja de Santa Sofia domina a silhueta de Istambul, na Turquia, como uma poderosa cidadela. Durante milénio e meio, ela foi cantada e admirada como maravilha do mundo; um monumento da grande cultura humana, como até agora a humanidade não voltou a ter outro.
O imperador Justiniano queria que a então basílica, construída em Constantinopla (actual Istambul, na Turquia) fosse o centro do novo mundo cristão que pretendia criar. Assim, ela era parte da missão auto-imposta do imperador de cristianizar o Império Romano do Oriente (ou Bizantino).
Para o visitante de hoje, é difícil descobrir, por trás da aparência exterior da igreja, o brilho perdido da áurea Bizâncio. O destino volúvel de Santa Sofia, de igreja cristã a mesquita islâmica e a museu actualmente, deixou atrás de si e em todos os lados os seus vestígios em forma de modificações e de coisas que lhe foram adicionadas. A magnífica cúpula principal, cuja clave se eleva 56 metros acima da nave do templo, é a única coisa que nada perdeu da sua graça e dignidade. Serviu de exemplo para a construção de numerosas mesquitas orientais e catedrais do Ocidente. O Imperador Constantino foi o primeiro a construir uma igreja no lugar da actual Sofia, quando em 336 fez de Bizâncio, com o novo nome de Constantinopla, a capital do seu Império Romano do Oriente. Chamou-lhe "meggale ekklesia", grande igreja. Duzentos anos mais tarde, esta igreja, e com ela a maior parte de Constantinopla, foi incendiada durante um levantamento contra o Imperador Justiniano (527-556).
Justiniano reconstruiu a igreja, maior e mais bela do que nunca. Os projectos foram de Thenio de Trelles e de Isidoro de Mileto, os mais famosos arquitectos da Roma oriental. Mas o imperador intrometia-se nas obras frequentemente, com conselhos e mesmo actuações. "Um anjo mostra-lhe os planos durante o sono", dizia o povo. As obras custaram 18 toneladas de ouro. Milhares de operários transportaram durante seis anos todas as riquezas do império oriental, o mais belo mármore, as mais magníficas colunas. As paredes eram cobertas de mosaicos de ouro. E Santa Sofia ("Sabedoria Divina"), quando acabada, tornou-se o santuário da cristandade oriental. Continuou a sê-lo até que os turcos, em 1453, conquistaram Constantinopla, que desde então se chama Istambul.
"Religiosidade e decoração, forma e cor, luz e lenda combinam-se, dissociam-se e sobrepõem-se em Santa Sofia, de uma forma incomparável", escreveu o professor Dr. Nastainczyk. "Como edifício, revela a transparência eucarística de tudo aquilo que é terreno, e na sua história a coincidência escatológica da fé vivida."
Em 1935, Kemal Atatürk decretou que Santa Sofia seria um museu.
Foi restaurada em 1993, um ano depois de Santa Sofia ser declarada pela Unesco Património Histórico da Humanidade, junto com o restante do bairro histórico de Istambul.
A Cisterna em Istambul no bairro de Sultanahmet perto da Basílica de Santa Sofia.
A Cisterna de Basílica é a maior das dezenas ou centenas de cisternas construídas em Istambul durante a época bizantina e se encontra perto da Basílica de Santa Sofia. Construída no ano 532, utilizando 336 colunas romanas procedentes de templos pagãos da Anatólia, a maioria de ordem coríntia. Ocupa uma área de 10 000 m², tem 8 metros de altura e capacidade para 30 milhões de litros. Foi utilizada até finais do século XIV como cisterna de água e a meados do século XIX foi restaurada depois de ser usada como armazém de madeira.
A cisterna foi construída para evitar a vulnerabilidade a que ficava sujeita a cidade se fosse destruído o Aqueduto de Valente.
Etiquetas: Bizâncio, História, Istambul, Santa Sofia, Turquia
O Palácio de Beylerbeyi, em Istambul, na Turquia, foi projectado no estilo barroco do último período Otomano e construído entre 1861 e 1865 por membros da família Balyan sob as ordens do sultão Abdül Aziz. Existira neste local um anterior palácio e os jardins já tinham sido projectados por Murat IV em 1639. À medida que o Império Otomano crescia os palácios proliferavam em grandiosidade e orgulho. Abdül Aziz construiu este palácio como um local de lazer para entreter dignitários e realezas.
A imperatriz Eugénia de França (mulher de Napoleão III) foi hóspede do palácio em 1869, quando esteve aí para inaugurar o Canal do Suez.
A sala mais atractiva é o salão de recepção, com fonte e piscina, hoje sem água. A água corrente era muito popular nas casas otomanas devido ao som agradável que produzia e pelo efeito refrescante.
Os candelabros de cristal são quase todos da Boémia.
Os jardins, dos quais se tem uma vista espectacular sobre o Estreito do Bósforo, são magníficos.
Etiquetas: Beylerbeyi, Istambul, Museus, Viagens
O Palácio Topkapi não era apenas a residência dos sultões otomanos, mas também o centro administrativo e educacional do Estado.
Inicialmente construído entre 1460 e 1478 pelo sultão Mehmed II, o conquistador de Constantinopla. Foi expandido e alterado várias vezes ao longo da sua longa história. O palácio serviu como casa dos sultões otomanos e sua corte até o meio do século XIX. No início de 1850, o palácio tornou-se insuficiente para as exigências do Estado e cerimónias de protocolo, e assim os sultões mudaram-se para o Palácio Dolmabahçe, localizado no Bósforo. Mas, apesar dessa mudança, o tesouro real, as Relíquias Sagradas do profeta Maomé, e o arquivo imperial continuou a ser preservado em Topkapi
Após a abolição da monarquia Otomana em 1922, Topkapi foi convertido em um museu em 3 de Abril de 1924, na ordem de Mustafa Kemal Ataturk.











