O Lisboeta Observador
Um olhar sobre a cidade de Lisboa e o mundo...
Nasceu em 1976 em Teerão, e desde muito jovem sentia um grande fascínio pela arte.
Estudou com o melhor pintor hiper-realista do Irão, Morteza Katouzian.
Graduou-se na Universidade de Arte de Teerão como desenhador.
Suas pinturas mostram ao mundo as particularidades e a grandeza do povo iraniano.
Este pintor considerado um génio do realismo, galardoado com o prémio William Bouguereau e com o “Chairmanás Choise” em o II Concurso Internacional de Art Renewal Center.
Considerado o melhor pintor realista do mundo. Suas pinturas competem com as câmaras digitais de 10 Mega pixeles, tal o realismo por ele empregue.
Etiquetas: Arte, Iman Maleki
Emma Hack, é uma artista do corpo autodidacta de 35 anos, que mora na Austrália.
Seu trabalho é simplesmente incrível.
Ela pinta meticulosamente os modelos à mão até se fundirem com o ambiente.
“Pode ser esgotante para mim e os meus modelos”, diz. “ Mas é o meu trabalho e o meu amor”.
O fotógrafo Eduardo Gageiro tem uma exposição em Lisboa. Três dezenas de fotografias de figuras públicas nacionais e internacionais dos anos 60 e 70.
RUA DA VINHA 43A
1200-475 Lisboa PortugalEtiquetas: Arte, Eduardo Gageiro, Exposições, Fotografia
COLUMBANO
EXPOSIÇÃO INTEGRADA NO PROGRAMA DAS COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA
02.12.2010 - 27.03.2011
Columbano. Retrato de Teixeira Gomes, 1911.
MNAC Museu do Chiado.
Columbano Bordalo Pinheiro
Um dos maiores pintores portugueses do século XIX.
Um dos maiores pintores portugueses do século XIX.
Nasceu em Lisboa, em 21 de Novembro de 1857 e morreu na mesma cidade em 6 de Novembro de 1929.
É o artista que melhor expressa valores de modernidade, numa situação única na arte nacional.
Etiquetas: Arte, Centenário da República, Exposições, Museus
Nadir Afonso
Nadir Afonso nasceu em Chaves a 4 de Dezembro de 1920.
Diplomou-se em Arquitectura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto.
Em 1946, estuda pintura na École des Beaux-Arts em Paris, e obtém por intermédio de Portinari uma bolsa de estudo do governo francês e até 1948 e em 1951 colaborador do arquitecto Le Corbusier e serviu-se algum tempo do atelier Fernand Léger.
De 1952 a 1954, trabalha no Brasil com o arquitecto Oscar Niemeyer.
Nesse ano, regressa a Paris, retoma contacto com os artistas orientados na procura da arte cinética, desenvolvendo os estudos sobre pintura que denomina “Espacillimité”.
Diplomou-se em Arquitectura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto.
Em 1946, estuda pintura na École des Beaux-Arts em Paris, e obtém por intermédio de Portinari uma bolsa de estudo do governo francês e até 1948 e em 1951 colaborador do arquitecto Le Corbusier e serviu-se algum tempo do atelier Fernand Léger.
De 1952 a 1954, trabalha no Brasil com o arquitecto Oscar Niemeyer.
Nesse ano, regressa a Paris, retoma contacto com os artistas orientados na procura da arte cinética, desenvolvendo os estudos sobre pintura que denomina “Espacillimité”.
Etiquetas: Aniversário, Arquitectura, Arte, Nadir Afonso
Robert Doisneau nasceu em 1912 em Gentilly e morreu em Montrouge 1994 em França.
Começou a sua vida profissional como gravador antes de começar a fazer fotografias para a publicidade.
Em 1930, Robert Doisneau é contratado pela Sociedade Automóvel francês Renault para a qual vai realizar fotografias industriais para as campanhas de publicidade dos automóveis da marca.
Mas esta actividade durará apenas alguns anos porque a sociedade Renault decidiu despedi-lo pelo seu absentismo crónico.
Uma nova vida começa para ele.
Fotógrafo apaixonado pela vida simples e pelo povo de Paris. Com a sua acuidade e a sua máquina fotográfica, fixa os grandes momentos do seu tempo. Dizia, "obstino-me a parar o tempo que foge", não se cansava de repetir!
Robert Doisneau foi distinguido muito rapidamente pela sua arte fotográfica obtendo reconhecimento e prémios:
– Prémio Kodak em 1947.
– Prémio Niepce em 1956. O Prémio Niepce é um prémio anual de fotografia, concedido desde1955 pela associação Pessoas de Imagens, fundada por Albert Plécy.
Joseph Nicéphore Niepce, é o autor da primeira fotografia efectuada no mundo (1827).
– Prémio nacional francês da Fotografia em 1983. Do Grande Prémio de Artes Visuais do Ministério da Cultura e Comunicação.
– Prémio Honoré de Balzac em 1986.
– Prémio Honoré de Balzac em 1986.
Nunca quis ser um caçador de imagens mas sempre se definiu como "um pescador de imagens". Foi por conseguinte um testemunho do seu tempo, do qual, os magazines "Life", "Paris Match", "Picture Post", "Vogue", "le Point", "La Vie Ouvrière" e outros, compraram e publicaram, algumas das 450.000 fotografias.
Sem nunca parar de registar sobre a película fotográfica a história em movimento, com toda sua riqueza e a sua diversidade.
Fotógrafo "free-lance", amante da justiça, odiava a guerra, Robert Doisneau pôs nos seus retratos o humanismo de um sociólogo, o humor, a ternura e a ironia de um artista poeta. Robert Doisneau é provavelmente o fotógrafo francês mais conhecido no mundo inteiro nomeadamente graças a fotografias como o "Beijo do Hotel de Cidade de Paris". As suas fotografias a preto e branco das ruas de Paris após a guerra e do seu subúrbio fizeram a sua fama...
Doisneau é um transeunte paciente que conserva sempre uma certa distância no que diz respeito aos seus motivos. Atento, ao humor, à pequena história, as suas fotografias são frequentemente marcas de humor mas igualmente de nostalgia, de ironia e de ternura. Fotografava Paris, seus bairros e os seus habitantes: artesões, bares, mendigos, crianças das ruas, namorados, etc… Registou durante perto de meio século milhares de retratos do povo de Paris. Pela sua interpretação do mundo, ajudou a fotografia a se tornar uma arte maior, Como para ele, "a beleza escapa aos modos momentâneos", as fotografias "o Beijo do hotel de Cidade de Paris", "o Ramo de Narcisos", cujos temas são de uma ligeireza muito aparente, mas são verdadeiras obras-primas da fotografia.
Etiquetas: Arte, Fotografia, Robert Doisneau
Amedeo Modigliani nasceu a 12 de Julho 1884, em Livorno, na Toscana. Modigliani é uma cidadezinha ao sul de Roma de onde uma antiga família judaica tirou seu nome. O avô de Amedeo era um rico banqueiro, mas o pai Flaminio, não passava de um pequeno homem de negócios, às portas da ruína. A sua mãe Eugénie Garsin, descendia de uma família de judeus Sefarditas estabelecida em Marselha, na França, cujas origens remontam ao filósofo Espinosa. Amedeo era o quarto filho do casal.
Eugénie sentia uma ternura toda especial por Amedeo, nascido tardiamente e na pobreza. Ela se perguntava no seu diário: "Será ele um artista?" A pergunta tinha seus fundamentos. No liceu de Livorno, onde o garoto estudava, os professores percebiam sua inclinação pelo desenho. Frequentemente, porém, faltava às aulas. Motivo: doença. Em 1895, com onze anos, contrai pleurisia. Em 1898, febre tifóide com complicações pulmonares. Ocupa o tempo de repouso com leituras escolhidas pela mãe: poesia clássica e moderna, ensaios ricos de máximas, aforismos e sentenças (que tanto gostaria de citar de memória em conversas nos cafés de Paris), textos de história da arte.
Modigliani sonha com Paris. Como tantos outros, de outros países, via a sua terra natal como uma província confinada, cujo presente nada acrescentava às glórias artísticas do passado. Um jovem catalão realizou esse sonho em 1900. Chamava-se Pablo Picasso. Em 1904, foi a vez do italiano Brancusi. Em 1906, o espanhol Juan Gris, o russo Kandinsky. O italiano Modigliani.
Ele revolucionou o mundo das artes como um cometa, dançando sobre as mesas, embriagado de paixão pela vida. Inspirado pelo amor e consumido pela obsessão. Ele é o famoso pintor italiano Amedeo Modigliani, um génio criativo que viveu e absorveu a charmosa Paris do início do século XX, com uma atracção incontrolável pela beleza. Sempre com a mesma intensidade, boémio, o judeu Modigliani amou a católica Jeanne Hebuterne e odiou o genial Pablo Picasso.
Faleceu em Paris a 24 de Janeiro de 1920.
Etiquetas: Arte, Modigliani














