O Lisboeta Observador
Um olhar sobre a cidade de Lisboa e o mundo...
Diário de Notícias
O mito do "socialismo sueco"
por João José Horta Nobre
Vídeo que desmistifica o discurso da esquerda.
Etiquetas: Capitalismo, Liberdade de opinião, Socialismo, Sociedade, Suécia
Conjunto de idiotas esquerdóides em plena cerimónia
na esperança que chova dinheiro, depois de terem lido em conjunto o Oráculo
a Constituição da República.
Esta súcia
de gente é não só triste mas sobretudo inconsequente. Eles não saberem o que é realmente
a violência, nunca passaram por ela, felizmente!
Espero
sinceramente que nunca a conheçam, pois se chegarem a conhecer vai ser tarde
demais para recuar. Não vai haver tempo para arrependimentos.
Este tipo de fraseologia é manifestamente um
acto de desespero e revela total descredibilização de quem a profere. Estes senhores
estão desesperados pois a sua clientela está a fugir, ninguém já lhes presta
atenção. Os subsídios que auferiam são cada vez menos. Estão votados ao
ostracismo. Estão reduzidos a uma sala, a Aula Magna. Coitados! O que lhes
resta? Chavões cheios de violência e de peitos cheios de ar quente. Estas mesmas
pessoas como o patético Mário Soares, e todo o lixo social que o acompanha,
andam há quase 40 anos encostados ao estado, ou seja a ocupar e a viver de lugares
pagos pelo orçamento geral do estado. Dito de outra maneira – por todos nós. O que
produziram eles estes anos todos? NADA.
Para futuros ou actuais trabalhos de sociologia, este tipo de reuniões serve só para prova à saciedade que
há na sociedade portuguesa uma subcultura canalha e caceteira que subsiste desde a república
de Afonso Costa que requer alguma atenção!
Etiquetas: Caceteiros, Esquerda, Parasitas, Portugal, República Portuguesa, Socialismo, Sociedade
Publicado
em 03/02/2013
O escritor Knud Romer fala sobre a morte de seu
pai e a solidão dos idosos na Dinamarca, um país várias vezes eleito o mais
feliz do mundo.
A
desumanização progressiva da sociedade ocidental...
Etiquetas: Socialismo, Sociedade
Vale a
pena ler e dar atenção a este texto de Manuel Maria Carrilho dado à estampa no
Diário de Noticias sobre a “Saída da Austeridade em Portugal”.
As
pessoas são mais ou menos respeitadas e levadas a sério pelo seu trabalho e
desempenho, sempre numa possível procura de um caminho para a solução de um
problema e a sua explicação. Ou seja, há contributos e contributos!
Pela
leitura deste texto vê-se a diferença entre um intelectual e político honesto,
em contraste com um bando de arruaceiros e panfletários reunidos numa qualquer sala magna
de uma universidade.
"LIBERTAR PORTUGAL DA AUSTERIDADE"?
«O problema nasce com o facto, que na verdade não podia ser mais paradoxal, de se investir numa imaginária Europa de esquerda no preciso momento em que o ultraliberalismo a configurava nos seus traços fundamentais: apologia da abertura e do livre-cambismo sem limites, das privatizações, da desregulamentação generalizada, da financeirização da economia, etc. "Libertar Portugal da austeridade" implica hoje uma plena consciência deste equívoco e das suas consequências. Sem ela nada é possível, continuaremos num carrossel de ilusões e de impasses. Porque foi através deste equívoco que se estabeleceu a misteriosa continuidade entre o capitalismo popular e o socialismo da dívida, como se ele fosse o milagroso operador de uma modernidade sempre incensada, e como se o governo das sociedades e das pessoas se tivesse tornado uma mera gestão de coisas. E é ainda esse equívoco que explica que, apesar de o Norte e o Sul da Europa viverem agora de um modo muito distinto o destroçar do sonho europeu de convergência, esta ficção se mantenha, nuns casos por razões tácticas, noutros com intenções estratégicas, mas todos igualmente esquecidos do "interesse europeu" e a pensarem apenas no espaço de manobra e nos pequenos interesses de cada um. Em segundo lugar, "para libertar Portugal da austeridade" é preciso compreender que a crise que vivemos é, acima de tudo, uma crise do capitalismo: uma crise nova, diferente, a exigir análises e respostas inéditas. E que ela é um produto do paradigma do ilimitado (da energia, do consumo, do crédito, dos direitos, etc.), e que este paradigma do ilimitado foi o verdadeiro cimento ideológico do ultraliberalismo desde os anos 80 do século passado. Um paradigma que, é preciso reconhecê-lo, também deslumbrou - e desarmou - a esquerda. Deslumbrou-a de três modos, suscitando um fascínio acrítico, antes de mais, com todas as formas emergentes, mais ou menos fracturantes, de um individualismo que reivindicava cada vez mais direitos, com base numa matriz mais consumista do que cidadã. Depois, com todos os malabarismos "criativos" de um financismo que garantia um novo bem-estar através do crédito fácil e sem fim, conduzindo assim à naturalização social da dívida. Por último, com todas as miragens das novas tecnologias, que anunciavam um novo mundo, ecrânico e auto-suficiente, que na verdade se revelou gerador de novas formas de submissão e de controlo dos indivíduos. Por isso, só será possível "libertar Portugal da austeridade" se, a este paradigma, formos capazes de opor gradualmente outro: com outros valores, outras prioridades e outra linguagem, outra cultura. É desta alternativa que se precisa, o resto não passa de "remendos" mais ou menos alternantes, submetidos à mesma lógica tentacular que nos conduziu aqui. Para "libertar Portugal da austeridade" precisamos ainda de compreender que a sociedade é hoje atravessada pelo que tenho designado como "endividualismo", que é o elemento novo que deu forma, tanto ao ultraliberalismo como ao mini-socialismo do nosso tempo. O endividualismo é o novo tipo de individualismo de massas que nas últimas décadas mudou todas as regras do jogo político, tornando as diferenças ideológicas muitas vezes indiferentes, quando não insignificantes. Em terceiro lugar, para "libertar Portugal da austeridade" não é possível continuar a ler-se a realidade com as lentes de há três ou quatro décadas, as mesmas que levaram a esquerda a não pressentir as consequências da globalização, a não perceber a transformação do capitalismo em financismo, a desvalorizar o choque demográfico, a negligenciar a questão da distribuição da riqueza, a não detectar o retorno das mais brutais desigualdades, a ignorar a fragilização do Estado-providência, a incensar a "estupidez sistémica" induzida pelas novas tecnologias. Ou, ainda, a não compreender o significado do individualismo sem freio e as novas modalidades de subjectivação que ele implica, a acomodar-se com as alterações do estatuto do trabalho, a pactuar com a desvalorização do imposto e a naturalização da dívida, a não reconhecer a bomba-relógio do euro sem união política na Europa ou a não ser capaz de avaliar as consequências da mundialização da cultura e do novo paradigma a que ela deu lugar.»
Manuel Maria Carrilho, DN
Etiquetas: Desesperados, Politica Nacional, Portugal, Socialismo, Sociedade
A abundância de gás de xisto e outras formas de gás não convencional descoberto e extraído nos Estados Unidos provocou um boom na exploração do gás de xisto americano e uma corrida global. Ele também causou uma queda dramática nos preços do gás. Poderia acontecer o mesmo na Europa?
Numa reunião sobre energia da União Europeia nos primeiros dias de Fevereiro, e sem outro item na agenda o impacto da exploração de xisto foi bastante controverso.
Apesar dos protestos do lobby verde, os ministros de energia da UE concordaram que as regras do jogo podem mudar e que o assunto seria cuidadosamente examinado nos próximos meses.
Gás não convencional é incorporado em formações rochosas de xisto a grande profundidade da superfície da Terra. Esses estratos geológicos têm vastos depósitos de gás de xisto. Para explorar esses recursos, as empresas de energia têm que perfurar vários quilómetros de profundidade na rocha e, em seguida, horizontalmente em várias direcções. De acordo com estimativas da Agência Internacional de Energia, o fornecimento de gás não convencional poderia fornecer a humanidade com energia barata e relativamente limpa para mais de 250 anos.
Obs:
Claro Portugal sempre á espera de milagres, alguma imprensa já embandeira em arco com títulos esfuziantes como:
Shale gás: Portugal tem reservas da energia que faz tremer o uso do petróleo (Clique para ler) Etiquetas: Energia, Meio Ambiente, Portugal, Sociedade
Qatar divulgou os primeiros estádios ao mundo
Os projectos de estádios de futebol apresentados pela candidatura do Qatar, vencedora da organização do Mundial de 2022, estão a dar que falar. Inspirados na história e paisagem do país, com alusão às tradições do Golfo Pérsico, os estádios, construídos em módulos, têm a possibilidade de serem readaptados após o evento, tornando-se mais pequenos.
Etiquetas: Arquitectura, Curiosidades, Futebol, Qatar, Sociedade
O primeiro programa foi gravado no dia 24 de Maio de 1969, tendo Almada Negreiros como convidado principal, e obteve êxito imediato. Foi o primeiro programa português do tipo talk show gravado aos sábados, no Teatro Villaret, com público e transmitidos na segunda-feira seguinte à noite. Um marco histórico para a televisão e para a sociedade da época.
Dizia o panfleto em 1979.
Como será daqui a 5 anos se isto não mudar?
Estamos em 2011.
Com a maior crise económico-financeira dos últimos 80 anos!
À beira da bancarrota!
Voilà
Etiquetas: Panfletos, Política nacional, Sociedade
Xeque Yusuf Al Qaradawi
Alguns pensamentos (avulsos) do Xeque Yusuf Al Qaradawi, um dos líderes da insuspeita Irmandade Muçulmana no Egipto.
«Depois da Libertação do Iraque, faltará conquistar Roma. Isso significa que o Islão vai retornar à Europa pela terceira vez. Vamos conquistar a Europa. Vamos conquistar a América.», em conferência promovida pela Maya, EUA, 1995.
«Foi com enorme pesar que ouvi o grande imã de Meca dizer ser proibido matar civis mesmo em Israel», num debate realizado pela revista East Quarterly, em 2003.
«Podem até haver algumas mulheres que não concordem em apanhar do marido e vejam a punição como humilhação. Muitas mulheres, porém, gostam de apanhar e consideram adequado que o marido bata nelas apenas para fazê-las sofrer», na Conferência de Clérigos Muçalmanos sobre as Regras Religiosas para o Espancamento de Esposas, em 2004.
«A obediência e a cooperação da mulher são um direito do homem. À mulher é proibido se rebelar contra a autoridade masculina», da sua obra O Permitido e o Proibido no Islamismo.
«A circuncisão feminina não é obrigatória, mas os pais devem submeter as suas filhas a ela se quiserem. Pessoalmente, sou favorável a isso», em artigo publicado no IslamOnline, em 2007*
* Revista Veja, 2 de Março 2011
(Espero que Alá não se esqueça dele!)
Correndo a Blogosfera : O que eu andei lendo.
Os deolindos
Coitados dos deolindos, esses putos de 25 anos que apesar de terem uma licenciatura em gestão de artes cénicas não encontram trabalho na sua área e que como muito são contratados para um estágio onde não recebem mais de quinhentos euros e que não têm dinheiro para comprar uma casa com três quartos no Chiado e por isso vivem com os pais em vez de partilhar um apartamento com mais três deolindos e que são obrigados a andar de transportes porque não há banco que lhes dê um crédito para comprar um Golf. É fodido ter 25 anos e confirmar que a vida lá fora não respeita as mordomias a que estávamos habituados em casa dos pais. É fodido não receber 2.000 Euros porque “fartei-me de estudar”, é fodida a incerteza de um contrato de trabalho merdoso, é fodido. Eu acho bem que os deolindos se queixem à porta da Bicaense, que bramem contra as injustiças do liberalismo, que cantem hinos no festival da Zambujeira. Pois. O que eu já acho mesmo fodido é que os Deolinda, esse grupo de intervenção estilo Lux, não cantem a essa geração de trabalhadores das fábricas de São João da Madeira que se matam a trabalhar de sol a sol e pelo salário mínimo, se é que recebem, porque muitas das vezes os patrões declaram-se em falência para abrir outra fábrica mesmo ao lado. Fodido mesmo é que o Bloco de Esquerda, os líderes da esquerda betinha e fracturante, nunca se tenha lembrado dos salários miseráveis das educadoras de infância, das empregadas de supermercado, das cabeleireiras, das senhoras da limpeza, porque esta gente não canta hinos, não é gira, não tem um curso superior em Cultura Visual, não lê Paul Auster, não tem tempo para se queixar porque passa a vida a trabalhar. Básicamente, estes defensores da suposta geração perdida são incapazes de sentir empatia pelo povão, pela que sempre se chamou classe trabalhadora e que é realmente a geração desperdiçada, gente cuja força bruta e capacidade de sacrifício e de trabalho ninguém aproveitou mais que para encher centros comerciais e estádios de futebol. Gente que acorda de madrugada para dar de comer aos filhos e a uns pais cuja reforma não passa dos cem euros, que paga empréstimos, crédito habitação, impostos, segurança social, tem os putos em escolas e ATL, mas que chega ao fim do mês sem capacidade de poupança porque não lhes dá o ordenado para mais e que não sai da cepa torta, incapaz de pertencer à classe média, que é a que levanta o país e que realmente deveria interessar ao Bloco, aos deolindas e a todos estes indignados. Mas esta gente que não interessa a ninguém porque não vai a concertos no Coliseu ouvir os Deolinda porque não têm dinheiro nem pais a quem continuar a chular as entradas enquanto se queixam que são escravizados.
Obs:
Transcrição integral do post “Os deolindos” com a devida vénia ao blogue Rititi. Subscrevo inteiramente. Esta conversa dos deolindos e deolindas é a nova versão do coitadinho, só que mais intelectual é claro, mais fashion!
43 mulheres foram mortas em Portugal em 2010, vítimas de violência doméstica
Leia tudo
in Público
Etiquetas: Direitos Humanos, Sociedade
A edição 2010 da publicação da NASA Spinoff anual está disponível online, destacando as inovações e exemplos notáveis de tecnologia da NASA, em melhorar a vida quotidiana em nosso mundo.
Esta edição fornece um olhar detalhado em como as iniciativas da agência no domínio da aeronáutica e exploração espacial resultaram em benefícios tecnológicos e comerciais nos domínios da saúde e da medicina, transporte, segurança pública, bens de consumo, protecção ambiental, informática, e da produtividade industrial.
Uma parte do público acha um desperdício investir no espaço, tantos recursos, quando há tantos problemas para se resolver na terra. Nada mais errado! Este documento mostra precisamente o seu contrário.
Esta edição comemora o 10 º aniversário de habitação permanente a bordo da Estação Espacial Internacional, revelando as muitas maneiras que as tecnologias desenvolvidas para a estação espacial resultaram em benefícios públicos na Terra.
Nasa Spinoff 2010 (Ver/look pdf)
Etiquetas: Nasa, Sociedade, Tecnologia
Reformas na Suíça com tecto máximo de 1700 euros
Na Suíça, ao contrário de Portugal, não há reformas de luxo. Para evitar a ruína da Segurança Social, o governo helvético fixou que o máximo que um suíço pode receber de reforma são 1700 euros. E assim, sobra dinheiro para distribuir pelas pensões mais baixas.
2010-11-10 10:40:07
Para reflexão!

Bom trabalho da FolhaOnline. Entrevista com Charles Murray autor do livro "The Bell Curve" A Curva do Sino.
Recomenda-se a leitura desta peça jornalística sobre o racismo e a polémica provocada por James Watson, na FolhaOnline.
Recomenda-se a leitura desta peça jornalística sobre o racismo e a polémica provocada por James Watson, na FolhaOnline.
Leia:
- Nobel acusado de racismo está correcto, diz cientista político.
- Obra desvenda a construção e funcionamento do racismo no Brasil.
Adenda:
Etiquetas: Sociedade
O desaparecimento de Madeleine, já deixou de ser um caso do foro criminal.
Está inquinado até aos ossos pelo poder político ajudado pelo proverbial provincianismo português.
Mr. Clarencee Mitchell ex-assessor do primeiro-ministro inglês, demitiu-se do seu cargo para ajudar a reconstruir a imagem dos McCann.
Independentemente das suas razões – apontadas na altura, é óbvio que se trata de um especialista em desinformação.
A sua principal função é desviar a atenção da opinião pública senão mesmo intoxicá-la.
Este caso é em tudo atípico. Estranho. Tendo em conta que existem dezenas de desaparecimentos de crianças no reino unido anualmente.
Está inquinado até aos ossos pelo poder político ajudado pelo proverbial provincianismo português.
Mr. Clarencee Mitchell ex-assessor do primeiro-ministro inglês, demitiu-se do seu cargo para ajudar a reconstruir a imagem dos McCann.
Independentemente das suas razões – apontadas na altura, é óbvio que se trata de um especialista em desinformação.
A sua principal função é desviar a atenção da opinião pública senão mesmo intoxicá-la.
Este caso é em tudo atípico. Estranho. Tendo em conta que existem dezenas de desaparecimentos de crianças no reino unido anualmente.




















