O Lisboeta Observador
Um olhar sobre a cidade de Lisboa e o mundo...
Depois de Steve Jobs, CEO da Apple, mais uma perda se abate sobre o mundo das tecnologias da informática. Morreu neste ultimo fim-de-semana o criador da linguagem C de programação e do sistema operacional Unix, Dennis MacAlistair Ritchie
Segundo informações, a morte ocorreu na residência do cientista, nos Estados Unidos. Aos 70 anos, Dennis estava doente há algum tempo, motivo pelo qual, inclusive, negou uma entrevista recentemente à InformationWeek dos EUA.
Conhecido mundialmente por sua modéstia, Dennis Ritchie foi o grande cérebro por traz de diversos sistemas operacionais.
Criador da linguagem C (desenvolvida inicialmente por ele entre 1969 e 1973) e co-criador do Unix (juntamente com Ken Thompson) que de suas variantes surgiram o Linux e o Mac OS X.
A sintaxe C foi a base para a maioria das linguagens, desde o seu lançamento, em 1970. Oito das dez principais linguagens da actualidade vieram directamente da tecnologia, tais como o C++ , Java, C #, só para enumerar estas, minhas familiares ferramentas de trabalho.
Dennis, que também era conhecido como “dmr” (que era parte de seu endereço de e-mail), obteve grande influência no mundo da computação, tendo recebido diversos prémios entre eles o Turing em 1983 por seu trabalho com o Unix, e o National Medal of Technology em 1999.
Programadores também se lembram de Ritchie por seu famoso programa “hello, world”, que é muito utilizado em códigos de programação como um exemplo de um programa de computador bastante simples. Capa do meu velho livro de programação de linguagem C.
Em 1983, Dennis Ritchie e Ken Thompson viram reconhecido o seu trabalho no âmbito dos sistemas operativos, mais concretamente no desenvolvimento do sistema operativo Unix.
Aqui fica um dos vídeos, onde Dennis Ritchie e Ken Thompson apresentam a história do Unix.
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Com U3-X Honda o conceito de mobilidade pessoal é repensado, o condutor tem toda a liberdade de movimento em qualquer direcção para a frente, para trás, para os lados e na diagonal, basta inclinar-se ligeiramente na direcção desejada. O dispositivo é compacto e leve, só com uma roda, dispõe de um banco dobrável e pés retrácteis. Uma bateria de íons de lítio fornece energia por até uma hora de uso e pode ser recarregada ligando a uma tomada convencional de 220 volts.
Pesando cerca de 22 quilos, U3-X utiliza um avançado sistema de controlo do equilíbrio proprietário da Honda, que deriva de sua investigação sobre a dinâmica humana bípede para o desenvolvimento do robô ASIMO.
Para realizar a plena liberdade de movimento em todas as direcções, o U3-X também emprega o sistema de “mundos” primeira roda omni-direccional de condução (Honda Omni Traction Drive System) que utiliza uma série de rodas montada concentricamente numa roda maior, para frente e para trás em movimento interno e uma série de pequenas rodas que se deslocam para o lado exterior. O movimento na diagonal é alcançado quando o condutor se inclina ligeiramente para a frente e para um lado em simultâneo, as rodas concêntricas funcionam em conjunto para essa direcção.
Além disso, o tamanho compacto e um design atractivo, o U3-X foi concebido para proporcionar uma utilização fácil e segura para qualquer pessoa independentemente
da sua estatura, dado que os pedais e assento são reguláveis o que coloca o condutor
aproximadamente ao mesmo nível dos olhos com as outras pessoas.
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A edição 2010 da publicação da NASA Spinoff anual está disponível online, destacando as inovações e exemplos notáveis de tecnologia da NASA, em melhorar a vida quotidiana em nosso mundo.
Esta edição fornece um olhar detalhado em como as iniciativas da agência no domínio da aeronáutica e exploração espacial resultaram em benefícios tecnológicos e comerciais nos domínios da saúde e da medicina, transporte, segurança pública, bens de consumo, protecção ambiental, informática, e da produtividade industrial.
Uma parte do público acha um desperdício investir no espaço, tantos recursos, quando há tantos problemas para se resolver na terra. Nada mais errado! Este documento mostra precisamente o seu contrário.
Esta edição comemora o 10 º aniversário de habitação permanente a bordo da Estação Espacial Internacional, revelando as muitas maneiras que as tecnologias desenvolvidas para a estação espacial resultaram em benefícios públicos na Terra.
Nasa Spinoff 2010 (Ver/look pdf)
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O Museu da Cidade, em conjunto com uma equipa da empresa portuguesa SWD Agency, recriou virtualmente ruas, praças e edifícios emblemáticos da capital antes da destruição provocada pelo sismo de 1755. A três dimensões, estes modelos virtuais, alguns animados em vídeos, transportam-nos para as ruas de Lisboa nas vésperas do terramoto.
A partir desta quinta-feira, 25 de Novembro, no Museu da Cidade. < ( Clique aqui)
in Público
City and Spectacle: A Vision of Pre-Earthquake Lisbon from
Lisbon Pre 1755 Earthquake
on Vimeo.
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Robot humanóide enviado para o espaço (clique no título)
Chama-se robonauta 2 (R2, em homenagem ao robot amigável de "Guerra das Estrelas") e, esta semana, vai tornar-se o primeiro robot humanóide a viajar para o espaço. O lançamento da nave espacial "Discovery", com o R2 a bordo, está marcado para esta quinta-feira, à tarde.Concebido como um protótipo pela NASA e pela General Motors, o R2 não foi originalmente programado para viajar até ao espaço. No entanto, a NASA ficou tão impressionada com o resultado final que abriu espaço para o robot embarcar na nave espacial "Discovery". O R2 será incorporado como membro permanente da tripulação e, para já, irá auxiliar a tripulação apenas em tarefas simples.
Mas a NASA tem planos muito mais ambiciosos. Futuras versões do robot deverão ser capazes de desenvolver qualquer trabalho, dentro e fora da estação. A NASA planeia também lançar, muito em breve, as primeiras unidades para a Lua.
A principal vantagem de um robot antropomórfico como o R2, relativamente aos robots com rodas, é o facto de poder usar as mesmas ferramentas e trabalhar no espaço do mesmo modo que um ser humano. Desta forma, elimina a necessidade de se desenvolverem ferramentas especializadas.
Fabricado em alumínio e fibra de carbono niquelado, o R2 mede um metro e pesa 150 quilogramas. Cada braço tem 81 centímetros de comprimento. Para já, o robot existe apenas da cintura para cima. As pernas ainda estão a ser trabalhadas.
O R2 possuiu quatro câmaras de luz, localizadas atrás da viseira, e uma câmara de infravermelhos na boca, de forma a ter percepção de profundidade. O cérebro está no estômago - os engenheiros afirma que não tinham outro sitio para o colocar. Ao todo, são 350 os sensores espalhados pelo corpo, o que permite ao R2 sentir até o toque de uma pena com a ponta dos dedos.
"Este projecto ilustra a promessa de uma futura geração de robôs, na Terra e no espaço, que seja capaz de acompanhar os seres humanos e auxiliá-los no seu trabalho ", afirmou John Olson, director do departamento de Sistemas para Exploração da NASA. "Esta potencial combinação entre seres humanos e robôs é o exemplo perfeito de um resultado maior que a soma das suas partes. E isso vai permitir-nos ir mais longe e alcançar mais conquistas do que provavelmente hoje se pode imaginar".
in Jonal Notícias
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