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sexta-feira, Agosto 08, 2014
Estou mesmo a precisar disto...


Bye!

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quinta-feira, Agosto 07, 2014
Encontro entre Rosetta e o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko


O que acontece depois Rosetta chega ao cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko? Esta animação descreve as datas-chave para o próximo conjunto de manobras que trarão Rosetta ainda mais perto do cometa, entre Agosto e Outubro.

Chegou o momento que muitos esperavam: a sonda Roseta alcança esta quarta-feira um cometa que viaja agora entre Júpiter e Marte.

Ela é uma sonda, ele um cometa. O encontro entre estes dois mundos está em vista há mais de 20 anos, incluindo dez de viagem, e irá esta quarta-feira concretizar-se, quando a sonda Roseta e o cometa 67P/Churiumov-Gerasimenko ficarem finalmente a 100 quilómetros um do outro.
O encontro — o primeiro bem perto de um engenho humano com uma destas bolas de gelo e poeiras do início do sistema solar — dar-se-á muito longe de todos nós, ou não estivessem ambos a cerca de 540 milhões de quilómetros do Sol, numa órbita entre Júpiter e Marte.
Depois, ela procurará saber tudo sobre ele até Novembro, altura de outro encontro inédito: um engenho mais pequeno, a bordo da Roseta, irá abandoná-la para pousar no núcleo do cometa.
Para não perder o encontro desta quarta-feira, a partir das 9h de Lisboa a Agência Espacial Europeia (ESA) irá transmitir tudo pela Internet aqui ou aqui, com palestras de cientistas e de outros responsáveis por esta missão espacial da Europa. E, claro, as imagens da aproximação da sonda ao núcleo do cometa, bem como as operações ligadas à missão, no Centro Europeu de Operações Espaciais da ESA, em Darmstadt, Alemanha.

Fonte: Público Ciência – 06/08/2014 





Rosetta Spacecraft at ESA's ESTEC Test Centre


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quarta-feira, Agosto 06, 2014
Equipa de jornalistas indianos mostra como é.


An Indian TV crew has captured rare footage illustrating how Hamas fires rockets from densely-populated civilian areas - but only after its operatives are safely out of the firing zone.
India's NDTV managed to secretly film a group of terrorists planting a rocket launchpad just meters away from their hotel, "bang in the middle of what is a residential area full of hotels and apartment buildings."


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sexta-feira, Julho 25, 2014
POR QUE A ESQUERDA ODEIA ISRAEL!


Publicado a 23/07/2014
Professor desmascara a hipocrisia dos movimentos de esquerda e explica por que eles protestam contra Israel enquanto se omitem em relação ao massacre de cristãos no Oriente Médio.

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quarta-feira, Julho 23, 2014
Clérigo islâmico muito explícito!


Clérigo islâmico: Não lutamos contra os judeus por causa da Palestina, mas porque Deus assim ordena.

Está agora esclarecido?

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Representante palestino na ONU explica porque Israel não comete crimes de guerra.


O representante Palestino na ONU reconhece que Israel não comete crimes de guerra e que o Hamas sim o faz! 


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segunda-feira, Julho 21, 2014
Mais um troféu para a minha colecção.


Eu Vladimir Putin sou um grande F.P... e tenho orgulho nisso, sabiam?

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sexta-feira, Julho 11, 2014
Prontos...Eu prometo um ministério para todos!



António Costa promete à gente da cultura um Ministério da Cultura, um Ministério do Teatro, um Ministério do Cinema, um Ministério da Música, um Ministério do Bailado e um Ministério da Ópera.


Mas votem em mim...OK?  Adoro a cultura!!!


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quarta-feira, Junho 25, 2014
Não ao branqueamento de Sócrates.




Manifesto em defesa de Seguro diz que governo de Sócrates foi um desastre

Por Luís Claro

publicado em 25 Jun 2014 - 05:00

Os ex-dirigentes Henrique Neto, Ventura Leite, Rómulo Machado e Gomes Marques criticam declaração dos históricos do PS

Um grupo de militantes do PS veio responder à declaração dos notáveis do partido a pedir "uma rápida clarificação no PS". O apelo, com a assinatura de Jorge Sampaio, Manuel Alegre, Almeida Santos e Vera Jardim merece uma resposta dura num texto, a que o i teve acesso e que publica na íntegra, intitulado "Sejamos consequentes", em que a governação de José Sócrates é classificada como um "descalabro" e é claro o apelo aos socialistas para que não deixem voltar ao poder "os mesmos que no PS conduziram Portugal para o desastre".
São quatro os socialistas - Henrique Neto, Ventura Leite, Rómulo Machado e António Gomes Marques - que dizem ter recebido com "surpresa" a declaração dos notáveis, que consideram ser "a favor de António Costa". Alguns destes socialistas ocuparam cargos de relevo no PS, como Henrique Neto, que foi dirigente do partido e deputado, e Ventura Leite, que foi deputado nos tempos de Sócrates, mas entrou em ruptura com o partido por discordar da governação do então primeiro-ministro. Na resposta aos notáveis, o grupo de ex-dirigentes lamenta que "estas quatro personalidades" do PS se tenham mantido "quase sempre caladas" durante os anos em que Sócrates governou o país. "Nesse período sempre verificámos com angústia, como certamente muitos outros portugueses e socialistas, que o interesse nacional andou a reboque dos interesses partidários do grupo no poder, sem que isso tivesse conduzido a uma posição tão relevante como a que agora foi tornada pública."

CRÍTICAS A SÓCRATES Com a "plena consciência" de que estão a tomar uma "posição impopular", estes militantes socialistas defendem que o "mau governo" da coligação PSD/CDS não pode fazer esquecer que não foi a direita que "preparou o terreno para os cortes salariais, para as privatizações feitas sem critério e para o descrédito das instituições". A culpa, assumem, foi dos governos do PS: "Fomos nós socialistas que o fizemos e quanto mais rapidamente o compreendermos melhor será para o PS e para Portugal."
Os erros cometidos nos tempos de Sócrates são para estes socialistas razão mais que suficiente para impedir o regresso ao poder dos "mesmos que conduziram Portugal para o desastre". Isso seria, dizem, um "crime contra a Nação Portuguesa e um ultraje aos princípios e valores do Partido Socialista".
As críticas destes ex-dirigentes do PS à governação de Sócrates são antigas. Joaquim Ventura Leite protagonizou, em 2009, um momento pouco habitual no parlamento com um deputado socialista a pedir ao governo que invertesse o rumo, sob pena de conduzir o país ao "desastre" e ao "descrédito" no plano internacional.
O empresário Henrique Neto foi das vozes mais críticas, a nível interno, nos tempos de Sócrates. Em 2011, o ex-deputado pediu mesmo a demissão de Sócrates da liderança para permitir uma renovação a tempo das eleições legislativas desse ano. Rómulo Machado foi dos poucos que, no congresso de 2011, levantaram a voz contra Sócrates para o acusar de ter levado o país à bancarrota.
Os quatro militantes lamentam ter sido "ignorados" e "frequentemente vilipendiados, apenas por denunciar os erros, os jogos de interesses e os estragos que a governação do PS estava a infligir a Portugal". Três anos depois de Sócrates ter saído do governo, o grupo de militantes entra na disputa entre Costa e Seguro para tentar evitar o regresso dos que acusam de ter levado Portugal para "os braços da dependência internacional e para o sacrifício de milhões de portugueses". 

Fonte: Jornal I  


Por Jornal i
publicado em 25 Jun 2014 - 05:00 

Foi com alguma surpresa que na passada sexta-feira lemos em dois jornais, “Público” e i, que quatro notáveis militantes do Partido Socialista – Jorge Sampaio, Manuel Alegre, Vera Jardim e Almeida Santos – tomaram uma posição pública na actual contenda partidária do PS, pedindo urgência na solução do diferendo, posição que, intencionalmente ou não, é nas actuais circunstâncias favorável à candidatura de António Costa, mas dizendo, apesar de tudo, o que deveria ser para todos óbvio: “um partido não existe para si mesmo” e que “a prioridade é sempre Portugal”.

É esta frase óbvia que nos obriga a publicar este texto. Porque dificilmente haveria um outro tempo em que a frase tivesse tido maior oportunidade em ser usada do que durante os seis trágicos anos do descalabro económico, financeiro e social, que foi a governação de José Sócrates. Infelizmente, estas quatro relevantes personalidades do Partido Socialista mantiveram-se quase sempre caladas durante esse período, ou pior, colaboraram com as diatribes do então secretário-geral e primeiro-ministro, incluindo actos pouco democráticos, como alguns dos protagonizados pelo Dr. Almeida Santos. Nesse período sempre verificámos com angústia, como certamente muitos outros portugueses e socialistas, que o interesse nacional andou a reboque dos interesses partidários do grupo no poder, sem que isso tivesse conduzido a uma posição tão relevante como a que agora foi tornada pública.

Temos a plena consciência de que esta nossa tomada de posição é impopular em muitos sectores, fora e dentro do PS, na justa medida em que nos habituámos a venerar acriticamente os nossos maiores, aqueles que com maior ou menor razão e justiça se guindaram ao topo do poder político em Portugal. Fazemo-lo porque, como alguns outros socialistas, ganhámos esse direito durante esses seis anos, porque como militantes socialistas fomos ignorados nas nossas críticas, frequentemente vilipendiados, apenas por denunciar os erros, os jogos de interesses e os estragos que a governação do PS estava a infligir a Portugal. Escrevemos dezenas de textos, participámos em dezenas de programas de rádio e de televisão e, como alguns outros, sofremos o silêncio cúmplice de quem tinha a obrigação e o poder de evitar que o PS conduzisse Portugal para os braços da dependência internacional e para o sacrifício de milhões de portugueses.

Sejamos sérios, o actual governo de maioria PSD/CDS é um mau governo, que não sabe ou não quer evitar mais sacrifícios aos portugueses, mas não foi este Governo que preparou o terreno para os cortes salariais, para as privatizações feitas sem critério e para o descrédito das instituições. Fomos nós socialistas que o fizemos e quanto mais rapidamente o compreendermos melhor será para o PS e para Portugal. Inversamente, fazer voltar ao poder político os mesmos que no PS conduziram Portugal para o desastre, é um crime contra a Nação Portuguesa e um ultraje aos princípios e valores do Partido Socialista.

Lisboa, 24 de Junho de 2014

António Gomes Marques
Henrique Neto
Joaquim Ventura Leite
Rómulo Machado

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segunda-feira, Junho 23, 2014
Selecção no buraco ou o buraco da selecção?


Por Henrique Monteiro

terça-feira, Junho 17, 2014
Alemanha em maus lençóis


Por Henrique Monteiro


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