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Um olhar sobre a cidade de Lisboa e o mundo...
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Título: Jorge Luís Borges
Autor: Jason Wilson
ISBN: 978-989-8171-17-7
Publicação: Maio 2009
Encadernação: Capa mole
Formato: 138 x 215 mm
Páginas: 176
Esta biocrítica sobre Jorge Luís Borges é na realidade uma boa abordagem onde de uma forma sucinta o autor relaciona as leituras, a biografia e a vivencia diária com a mítica cidade de Buenos Aires.
Para quem conhece o mundo de Borges e as suas idiossincrasias não trás novidades de relevo. Mas para quem se quer iniciar de uma forma séria no mundo incrível de Borges, este é um livro muito interessante a ter em conta.
É mais uma sugestão de leitura.
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Foi nos anos 70 que José de Campos Manteigas, meu tio, me deu a conhecer Alçada Baptista. Natural da Beira-Baixa como ele, e talvez pelo seu catolicismo lúcido e humanista, desprendido de vaidades, deu-me a ler o Alçada como ele dizia.
O facto é que parece que li todos os seus livros. Sendo um autor de afectos e bastante afectuoso no seu trato, e com uma independência intelectual muito pessoal, gostei da sua escrita e da sua filosofia até hoje.
Paz á sua alma.
Revista O Tempo e o Modo 1963 Director
Revista fundada em 29 de Janeiro de 1963, tendo como primeiro director António Alçada Baptista. Ligada à Editora Moraes e à colecção do Círculo do Humanismo Cristão. Mobiliza, na sua primeira fase, uma série de intelectuais católicos críticos do salazarismo, como Nuno de Bragança, Pedro Tamen, João Bénard da Costa, Alberto Vaz da Silva, Mário Murteira, Adérito Sedas Nunes, Francisco Lino Neto, Orlando de Carvalho, Mário Brochado Coelho. Alarga-se a outros sectores da esquerda, como a Mário Soares e a Salgado Zenha, vindos do MUD, ao então comunista Mário Sottomayor Cardia, e à jovem geração de líderes estudantis, como Manuel Lucena, Vítor Wengorovius e Medeiros Ferreira. Esta última acaba por preponderar na revista, mobilizando Vasco Pulido Valente. Em 1967-1968, a revista perde as raízes personalistas e católicas e vira ainda mais à esquerda, iluminada pelos fulgores do Maio de 1968, sob a direcção de Bénard da Costa e de Helena Vaz da Silva e com a entrada de Luís Salgado Matos e Júlio Castro Caldas. Colaboram então futuros socialistas e comunistas como Alfredo Barroso, Jaime Gama, José Luís Nunes, António Reis, Luís Miguel Cintra, Jorge Silva e Melo, Nuno Júdice e Manuel Gusmão. Em 1970, numa maior guinada à esquerda, a revista passa a ser porta-voz do maoísmo lusitano, com a entrada de Arnaldo Matos e Amadeu Lopes Sabino
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(Entrevista no angolense)Etiquetas: Angola, Literatura

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