O Lisboeta Observador
Um olhar sobre a cidade de Lisboa e o mundo...
Para quem ainda não percebeu como funciona o sistema judicial do Irão, aqui fica um desenho.
Etiquetas: Direitos Humanos, Irão
O Museu da Cidade, em conjunto com uma equipa da empresa portuguesa SWD Agency, recriou virtualmente ruas, praças e edifícios emblemáticos da capital antes da destruição provocada pelo sismo de 1755. A três dimensões, estes modelos virtuais, alguns animados em vídeos, transportam-nos para as ruas de Lisboa nas vésperas do terramoto.
A partir desta quinta-feira, 25 de Novembro, no Museu da Cidade. < ( Clique aqui)
in Público
City and Spectacle: A Vision of Pre-Earthquake Lisbon from
Lisbon Pre 1755 Earthquake
on Vimeo.
Etiquetas: Arqueologia, História, Lisboa, Museus, Tecnologia
Reformas na Suíça com tecto máximo de 1700 euros
Na Suíça, ao contrário de Portugal, não há reformas de luxo. Para evitar a ruína da Segurança Social, o governo helvético fixou que o máximo que um suíço pode receber de reforma são 1700 euros. E assim, sobra dinheiro para distribuir pelas pensões mais baixas.
2010-11-10 10:40:07
Para reflexão!
Fósseis de Angola permitem compreender os mosassauros
Um novo esqueleto de um mosassauro, um réptil marinho aparentado aos lagartos monitores, descoberto em Angola permite compreender melhor a anatomia e evolução de um grupo de mosassauros, os globidensinos, adaptado a uma dieta durófoga (à base de animais de carapaça ou concha dura, como moluscos e crustáceos).
Este tipo de mosassauros têm os dentes arrendondados (justificando o nome Globidens) e muito fortes para poderem esmagar as suas presas.
A espécie em causa, Globidens phosphaticus, era conhecida a partir de dentes isolados do Cretácico superior de Marrocos, mas esta descoberta pela equipa PaleoAngola, que inclui elementos da Universidade Nova de Lisboa e Museu da Lourinhã, vem dar a conhecer muito melhor a sua anatomia pois trata-se do esqueleto mais completo da espécie. O estudo foi liderado por Michael Polcyn (SMU)
Polcyn, M., Jacobs, L., Schulp, A.S., Mateus, O. 2010. The North African Mosasaur Globidens phosphaticus from the Maastrichtian of Angola. Historical Biology. 22 (1 – 3): 175–185 DOI: 10.1080/08912961003754978.
Etiquetas: Angola, Ciência, Dinossauros
Lisboa: Antigo responsável da câmara destrói habitação da autarquia
Casa vandalizada por ex-director
Funcionário municipal arrancou portas, lava-loiças e bancadas da casa da CML
Por:Paulo Pinto Mascarenhas
Antes de abandonar a casa que tinha sido concedida de forma indevida pela Câmara de Lisboa, o antigo director municipal José Almeida Bastos esvaziou a cozinha de todos os equipamentos e retirou bancadas e lava-loiças.
Desapareceram também os armários e as maçanetas das portas. A casa ficou vazia e semidestruída. A vereadora da Habitação, Helena Roseta, nem queria acreditar quando viu as fotografias do longo dossiê enviado pelos serviços e pediu já um processo disciplinar contra o funcionário municipal.
José Almeida Bastos esteve envolvido no chamado ‘Lisboagate’, quando em 2008 se tornou conhecida a atribuição ilegal de 3200 casas camarárias a políticos, vereadores, amigos, artistas, jornalistas e familiares, entre outros.
No dossiê, a que o Correio da Manhã teve acesso, documenta--se todo o historial da concessão de uma habitação, desde 1990, a pedido de Almeida Bastos, ex-director municipal do Departamento de Apoio aos Órgãos Municipais. Em 2008, soube-se que não vivia lá desde 2001 e que tinha passado a casa ao filho Paulo.
Como afirma Helena Roseta ao CM, "o processo de devolução acabou por ser litigioso". Confrontado com o estado em que deixou a casa, acrescenta Roseta, o funcionário deu "a explicação que tinha feito benfeitorias e, portanto, podia partir as benfeitorias todas – o que é completamente inaceitável."
O Correio da Manhã contactou o actual serviço de José Almeida Bastos, mas não obteve qualquer resposta.
QUEM ESTRAGAR VAI TER DE PAGAR
"A Câmara Municipal de Lisboa tem de ter autoridade nesta matéria, e a lei permite punir as pessoas que têm este tipo de comportamentos", diz Helena Roseta ao Correio da Manhã. A vereadora da Habitação da Câmara Municipal de Lisboa adianta que o vandalismo em casas municipais será punido seja quem for o autor. Para o efeito, enviou um despacho aos serviços em que estabelece "o princípio do estragador-pagador". Quem estragar, tem de pagar.
Casa vandalizada por ex-director
Funcionário municipal arrancou portas, lava-loiças e bancadas da casa da CML
Por:Paulo Pinto Mascarenhas
Antes de abandonar a casa que tinha sido concedida de forma indevida pela Câmara de Lisboa, o antigo director municipal José Almeida Bastos esvaziou a cozinha de todos os equipamentos e retirou bancadas e lava-loiças.
Desapareceram também os armários e as maçanetas das portas. A casa ficou vazia e semidestruída. A vereadora da Habitação, Helena Roseta, nem queria acreditar quando viu as fotografias do longo dossiê enviado pelos serviços e pediu já um processo disciplinar contra o funcionário municipal.
José Almeida Bastos esteve envolvido no chamado ‘Lisboagate’, quando em 2008 se tornou conhecida a atribuição ilegal de 3200 casas camarárias a políticos, vereadores, amigos, artistas, jornalistas e familiares, entre outros.
No dossiê, a que o Correio da Manhã teve acesso, documenta--se todo o historial da concessão de uma habitação, desde 1990, a pedido de Almeida Bastos, ex-director municipal do Departamento de Apoio aos Órgãos Municipais. Em 2008, soube-se que não vivia lá desde 2001 e que tinha passado a casa ao filho Paulo.
Como afirma Helena Roseta ao CM, "o processo de devolução acabou por ser litigioso". Confrontado com o estado em que deixou a casa, acrescenta Roseta, o funcionário deu "a explicação que tinha feito benfeitorias e, portanto, podia partir as benfeitorias todas – o que é completamente inaceitável."
O Correio da Manhã contactou o actual serviço de José Almeida Bastos, mas não obteve qualquer resposta.
QUEM ESTRAGAR VAI TER DE PAGAR
"A Câmara Municipal de Lisboa tem de ter autoridade nesta matéria, e a lei permite punir as pessoas que têm este tipo de comportamentos", diz Helena Roseta ao Correio da Manhã. A vereadora da Habitação da Câmara Municipal de Lisboa adianta que o vandalismo em casas municipais será punido seja quem for o autor. Para o efeito, enviou um despacho aos serviços em que estabelece "o princípio do estragador-pagador". Quem estragar, tem de pagar.
Etiquetas: Lisboa, Vandalismo
Robot humanóide enviado para o espaço (clique no título)
Chama-se robonauta 2 (R2, em homenagem ao robot amigável de "Guerra das Estrelas") e, esta semana, vai tornar-se o primeiro robot humanóide a viajar para o espaço. O lançamento da nave espacial "Discovery", com o R2 a bordo, está marcado para esta quinta-feira, à tarde.Concebido como um protótipo pela NASA e pela General Motors, o R2 não foi originalmente programado para viajar até ao espaço. No entanto, a NASA ficou tão impressionada com o resultado final que abriu espaço para o robot embarcar na nave espacial "Discovery". O R2 será incorporado como membro permanente da tripulação e, para já, irá auxiliar a tripulação apenas em tarefas simples.
Mas a NASA tem planos muito mais ambiciosos. Futuras versões do robot deverão ser capazes de desenvolver qualquer trabalho, dentro e fora da estação. A NASA planeia também lançar, muito em breve, as primeiras unidades para a Lua.
A principal vantagem de um robot antropomórfico como o R2, relativamente aos robots com rodas, é o facto de poder usar as mesmas ferramentas e trabalhar no espaço do mesmo modo que um ser humano. Desta forma, elimina a necessidade de se desenvolverem ferramentas especializadas.
Fabricado em alumínio e fibra de carbono niquelado, o R2 mede um metro e pesa 150 quilogramas. Cada braço tem 81 centímetros de comprimento. Para já, o robot existe apenas da cintura para cima. As pernas ainda estão a ser trabalhadas.
O R2 possuiu quatro câmaras de luz, localizadas atrás da viseira, e uma câmara de infravermelhos na boca, de forma a ter percepção de profundidade. O cérebro está no estômago - os engenheiros afirma que não tinham outro sitio para o colocar. Ao todo, são 350 os sensores espalhados pelo corpo, o que permite ao R2 sentir até o toque de uma pena com a ponta dos dedos.
"Este projecto ilustra a promessa de uma futura geração de robôs, na Terra e no espaço, que seja capaz de acompanhar os seres humanos e auxiliá-los no seu trabalho ", afirmou John Olson, director do departamento de Sistemas para Exploração da NASA. "Esta potencial combinação entre seres humanos e robôs é o exemplo perfeito de um resultado maior que a soma das suas partes. E isso vai permitir-nos ir mais longe e alcançar mais conquistas do que provavelmente hoje se pode imaginar".
in Jonal Notícias
Etiquetas: Espaço, Isaac Asimov, Tecnologia